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Baixada Santista registra a primeira morte por suspeita de gripe em 2018

A morte de uma moradora de Cubatão, na madrugada de sábado (14), está sendo investigada sob suspeita de gripe. Esse seria o primeiro caso de morte provocada pelo vírus influenza na região em 2018, dias antes da Secretaria de Estado de Saúde iniciar a campanha nacional de vacinação contra a doença.

Segundo a Prefeitura de Cubatão, a vítima era uma mulher, de 33 anos, moradora do Jardim Nova República,que estava hospitalizada no hospital Ana Costa, uma unidade particular em Santos. A paciente chegou a ser atendida em um hospital particular em Cubatão com febre, tosse, desconforto respiratório, dispneia e dores torácicas. O Serviço de Vigilância Epidemiológica entrou em contato com familiares próximos de contato íntimo e prolongado. Além de receber orientação, eles passaram pelo epidemiologista do setor e não apresentam qualquer sintoma da doença. A Secretaria de Saúde aguarda o resultado do Instituto Adolfo Lutz para confirmar a causa da morte.

A Secretaria de Saúde do Estado informou que ‘é importante deixar claro que não há qualquer anormalidade epidemiológica em relação à gripe na região em SP’. O Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) monitora, desde 2011, a circulação do vírus no Estado. O Ministério da Saúde começa a 20ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza na próxima segunda-feira (23) e seguirá até 1º de junho, sendo sábado, dia 12 de maio, o dia de mobilização nacional. Ao todo, deverão receber a vacina 54,4 milhões de pessoas que integram os grupos prioritários recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O grupo prioritário da campanha são pessoas a partir de 60 anos, crianças de seis meses aos menores de cinco anos, trabalhadores de saúde, professores das redes pública e privada, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas privadas de liberdade – o que inclui adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas – e os funcionários do sistema prisional. Os portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais também devem se vacinar. Este público deve apresentar prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receberem a vacina, sem a necessidade de prescrição médica.

Postagem original. Data original: 19-04-2018

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