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Homem é acusado de estuprar filha e duas amigas ao mesmo tempo em Guarujá

Um homem é suspeito de estuprar a filha, de 12 anos, e duas amigas dela, de 11 e 14, em Guarujá. De acordo com o Conselho Tutelar, uma das crianças chegou a relatar que elas sofriam os abusos sexuais juntas, em um mesmo cômodo da casa. Os estupros, segundo as vítimas, ocorriam desde 2014. A Polícia Civil investiga o caso. Os crimes teriam ocorrido na Rua Eduardo Risk, na Cidade Atlântica, onde o homem mora com a família. A avó da garota de 11 anos, Rosilene Pereira, de 56, contou, nesta sexta-feira (17), que sua neta e a colega são muito amigas da filha do suspeito. “Elas nasceram e foram criadas juntas, então sempre estavam na casa dela brincando. Ele se aproveitava enquanto a mulher estava trabalhando, no horário de almoço dele, para abusar das meninas. Se for procurar, tem mais casos, porque a casa dele sempre está cheia de crianças”, diz.

Rosilene afirma que começou a suspeitar que algo estava acontecendo a partir do momento que a neta não queria mais passar os fins de semana na sua casa, já que ela mora na mesma rua do suspeito. “Minha neta contou que desde 2014 ele vem abusando dela. As meninas eram ameaçadas de morte para não contar. As vezes ele levava uma de cada vez ao banheiro, outras vezes fazia com todas juntas, no mesmo cômodo. Elas ainda tentavam defender uma a outra. A filha tentava bater nele e evitar que ele fizesse isso com as amigas, mas não adiantava”, diz. Segundo a avó da criança, o homem fugiu após as denúncias. “Ele fugiu para não pagar pelo que fez. Minha neta disse que queria pedir socorro, mas não conseguia. Agora ela falou estar aliviada, e que tiraram um peso de suas costas. Que a justiça seja feita, se ele mexeu com a minha neta agora eu vou até o final, não pode sair impune”, finaliza.

De acordo com a Conselheira Tutelar Railda Andrade, de 57 anos, que acompanha o caso, as três meninas confirmaram o crime. Uma delas chegou a relatar que elas sofriam os abusos sexuais juntas algumas vezes. Ainda segundo a conselheira, as crianças estão muito abaladas. “O caso chegou até nós nesta quarta-feira (16) e já realizamos os encaminhamentos cabíveis de suporte as vítimas. A ocorrência também foi encaminhada ao Ministério Público. Uma das mães já sabia do ocorrido faz tempo e nunca tomou providência. Já trabalho aqui há 9 anos e esse foi um dos casos que me deixou mais chocada. Para uma mulher é muito difícil passar por isso”, relata. O caso segue sendo acompanhado pelo Conselho Tutelar da cidade e foi registrado, na Delegacia da Mulher de Guarujá, como estupro de vulnerável. Nesta sexta-feira (18), as vítimas devem passar por exames no Instituto Médico Legal (IML). O G1 entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública (SSP) e, por meio de nota, foi informaod que o caso é investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) do Guarujá sob segredo de Justiça.

Fonte. Publicado em: 18/10/2019 05h14.

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