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Moradores de Mongaguá voltam a enfrentar problemas com transporte público – Câmara Municipal quer fim de contrato com a Viação Beira Mar

A falta de manutenção do transporte público de Mongaguá, no litoral de São Paulo, tem deixado os moradores da cidade esperando horas no ponto de ônibus. Na tarde da segunda-feira (2), usuários do transporte reclamaram do longo tempo de espera e da falta de ônibus. Um ponto de ônibus localizado no Centro ficou cheio de moradores que esperavam os veículos que fazem o trajeto municipal. Os usuários entraram em contato com a redação para reclamar que já estavam há mais de uma hora aguardando o ônibus e disseram que o transporte da cidade está ‘uma porcaria’. A Viação Beira Mar, responsável pelo transporte público da cidade há 30 anos, informou que apenas 70% da frota de veículos, que fazem as linhas municipais, está funcionando. Isso significa que apenas sete ônibus estão disponíveis para população, já que três estão quebrados. Segundo a empresa, o conserto dos veículos já está sendo providenciado para que a frota volte a operar 100%.

Em 19 de março, a Câmara Municipal de Mongaguá aprovou por uninamidade projeto prevendo o fim de contrato com a Viação Beira Mar. O projeto de lei, que permitia a abertura de uma licitação para contrato de nova empresa, foi aprovado e seguiu para a sanção do prefeito. Em nota, a Prefeitura informou que “o processo de licitação para o transporte coletivo do município está tramitando e vislumbra-se que após a sua conclusão, com a atuação da nova empresa, estas e outras irregularidades sejam sanadas”. A administração municipal ressalta que Mongaguá não conta apenas com o transporte coletivo por ônibus. Existem também o transporte alternativo, que percorre todos os bairros e o Trenzinho Roxo, que circula ao lado praia. Ambos estão funcionando normalmente, com toda a frota disponível. Desde o início do ano, a Viação Beira Mar se tornou alvo de queixas da população, além de ter sofrido várias autuações da própria prefeitura, por conta da falta de estrutura e frota sucateada. No início de fevereiro funcionários entraram em estado de greve, alegando que a empresa não estava em dia com o cumprimento das obrigações trabalhistas e que, também, deixou de depositar salários. No fim do mesmo mês, denúncias contra a atuação da empresa chegaram a ser protocoladas no Ministério Público. Na época, a empresa acabou retirando toda sua frota de circulação, alegando manutenção. Atualmente, ela cobra dos munícipes a tarifa de R$ 2,20 em seus itinerários.

Postagem original. Data original: 03-04-2018

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