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União libera à Prefeitura de Santos mais R$ 500 mil mensais para o Hospital dos Estivadores

Atualmente, o custo mensal do complexo é de cerca de R$ 5 milhões, dos quais R$ 2,530 milhões vêm do Estado, R$ 1,9 milhão da Prefeitura e R$ 618 mil da União.

O Ministério da Saúde repassará, a partir de junho, mais R$ 500 mil mensalmente à Prefeitura de Santos para custear as atividades do Complexo Hospitalar dos Estivadores. Com isso, o Município receberá do Governo Federal a quantia de R$ 1,118 milhão/mês. Assinada pelo responsável interino da pasta, Adeilson Loureiro Cavalcante, a portaria que prevê esse incremento de recursos deve ser publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União, segundo o secretário municipal de Saúde, Fábio Ferraz.

Com esse aporte maior de verbas garantido pela União, o representante do Executivo acredita que será possível concretizar a meta de colocar mais 25 leitos de clínica médica e cirúrgica à disposição, totalizando 106 até o final do ano. “Acredito que esses 25 leitos a mais sejam uma realidade a partir de agosto. Esse aporte maior de verbas é muito importante para a saúde de Santos e de toda a região”, ressaltou ele. Isso permitirá que seja ampliado o número de procedimentos ginecológicos eletivos (aqueles sem caráter de urgência) de média complexidade na região, como retirada de miomas, cauterização de colo do útero e perineoplastia (reconstituição cirúrgica do períneo).

O secretário disse que o deputado federal e líder do Governo na Câmara, Beto Mansur (MDB), teve um papel importante para que a União liberasse mais dinheiro para o hospital, que tem capacidade para abrigar até 223 leitos. Na semana passada, o parlamentar articulou uma audiência entre o prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), Ferraz e o ministro da Saúde, Gilberto Occhi. Na ocasião, os representantes da Administração Municipal relembraram que a própria pasta emitiu um parecer técnico que comprovava que o Complexo Hospitalar dos Estivadores estaria apto a receber da União R$ 1,7 milhão/mês. “Ainda não chegamos ao montante que está projetado. Aproveitamos para esclarecer alguns pontos técnicos e o ministro foi muito sensível ao tema. Ele disse que poderão ocorrer novos aumentos de repasse ainda este ano”, afirmou.

Atualmente, o custo mensal do complexo é de cerca de R$ 5 milhões, dos quais R$ 2,530 milhões vêm do Estado, R$ 1,9 milhão da Prefeitura e R$ 618 mil da União. Conforme Ferraz, essa divisão é bem diferente do padrão do Sistema Único de Saúde (SUS), que prevê um financiamento de 50% por parte do Governo Federal e o restante dividido igualmente entre São Paulo e o Município.Quarenta por cento das vagas de leitos de clínica médica e cirúrgica e de UTI adulta são reservadas ao Estado e gerenciadas pela Central de Regulação de Ofertas de Serviços de Saúde (Cross), órgão da Secretaria de Estado da área.

Postagem original. Data original: 24/05/2018 – 11:25 – Atualizado em 24/05/2018 – 11:26.

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